Feliz 2018!!!

Pois é. Fim de ano chegando, e as decorações natalinas já estão presentes em shoppings, lojas, etc.

Mas antes do feliz natal, e por óbvio, antes do feliz ano novo, temos o Feliz 2018!!!

É isso mesmo. Pra nós que trabalhamos com a política 2018 já chegou!

Com o fim do segundo turno encerram-se as tratativas de 2016 e já pulamos pras tratativas de 2018!

E o que as eleições municipais desse ano nos ensinaram?

Muitas coisas, vejam:

1. Que a população está cansada de assuntos políticos. Dai a baixíssima participação no pleito desse ano.

Podemos tomar como parâmetro os mais de 26% de eleitores que não compareceram na votação do segundo turno da cidade do Rio de Janeiro.

Alguns dirão que isso se dá pela falta de maturidade democrática, ou pela descrença na classe política.

É verdade, ou melhor, as duas teses são verdadeiras. Em parte.

Lembrando que a democracia madura e creditada dos EUA só levaram 55% dos eleitores as urnas na última eleição do Obama.

(Abstenção é a maior preocupação do governo Michelle Bachelet no Chile. Atentem-se, a questão não é  brasileira, muito menos localizada)

A verdade é que falta um item básico na relação eleitor/candidato.

IDENTIDADE!!!

O eleitor olha para as opções postas e não tem identidade. Não se sente representado. Nem com as pessoas, nem com as idéias, nem tampouco com a apresentação.

Escolher entre Hilary e Trump, entre Crivela e Freixo, não valem a ida a urna. 

Não são representantes que representam. Não conversam com a população. Aí vem a pergunta. Será que temos tantos eleitores alienados assim, ou nossa classe política é que está?

2. Pesquisas revelaram que nessa eleição apenas 11% dos eleitores usaram as mídias sociais para tomadas de decisão sobre o voto.

Índice baixo se tomarmos por base as eleições americanas. Mas….

Olhando o cenário, de abstenções, nulos e brancos, 11% é um percentual que decide uma eleição com tranquilidade.

Lembrando que essa “decisão” pode ser positiva ou negativa.

3. Outro dado interessante foi que obtivemos o menor índice de reeleição desde sua implantação no país.

Rejeição ao status quo. Rejeição a classe política.

4. O discurso do “não sou político” foi muito usado, e teve dois grandes pilares de sucesso. Dória em SP, Kalil em BH.

Isso fica pra 2018? 

Que comecem as tratativas. As alianças (que serão inevitavelmente quebradas), os acordos, e ajustes para a eleição de 2018.

Ah! Já ia me esquecendo. No meio de tudo isso ainda temos a Lava Jato!

Uma dica?!?!?

IDENTIDADE!

E que venha 2018! 

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